The paradorx of precision future trajectories for the linkage between business and human rights

Sheldon Leader[1]

 

ABstract
We are coming to a crossroads in the on-going project of linking human rights standards to business activity. The project can move along one of two different paths. One is to keep the commitment to human rights protection relatively general and programmatic. It calls for broad adherence to the standards but only enters into specifics reluctantly. The details of what is required of a business on any given occasion are often left to ordinary principles of management. On this first path, human rights principles open a door to victims, but do not guide them after they go through the door so that they can raise concrete objections to a piece of behaviour. Sometimes human rights law does regulate business actions at the required level of detail, but on this first strategic path these occasions will be rare. On the second, alternative, strategic path human rights play a far more detailed role in dealing with particular situations. This essay indicates several examples of such a role. It argues that the first path promises impasse between business and human rights advocates, and a severe loss of enthusiasm for the project on both sides.  The second path is the one that will make a future for the linkage between business and human rights a viable one, ultimately capable of generating support from all who wish the project to move forward and to gain the momentum it needs.

Keywords: Human rights, business, sustainable development, competition among basic rights, weak consensus, strong consensus

 

Resumo
Estamos chegando a uma encruzilhada no projeto, em andamento, de ligação de direitos humanos à atividade comercial. O projeto pode mover-se em um dos dois caminhos diferentes. Um deles é manter o compromisso de proteção dos direitos humanos relativamente geral e programático, que exige ampla aderência aos padrões, mas entra em detalhes apenas com relutância. Os detalhes do que é demandado das empresas em dada ocasião são normalmente deixadas aos princípios habituais de gestão. Nesse primeiro caminho, princípios de direitos humanos abrem uma porta às vítimas, mas não as guiam após cruzarem a porta de maneira que possam levantar objeções concretas a determinado comportamento. Algumas vezes, leis de direitos humanos regulam atividade empresarial no nível exigido de detalhe, mas nesse primeiro caminho estratégico essas ocasiões serão raras. Na segunda, estratégia, alternativa, os direitos humanos cumprem um papel bem mais detalhado ao lidar com situações particulares. Este ensaio indica vários exemplos de tal papel. Argumenta-se que o primeiro caminho prenuncia um impasse entre empresas e defensores de direitos humanos, bem como uma perda severa de entusiasmo pelo projeto em ambos os lados. O segundo caminho é o que torna viável uma futura ligação entre empresas e direitos humanos, capaz de gerar apoio de todos que desejam que o projeto avance e ganhe o impulso que precisa.

Palavras-chave: Direitos humanos, empresas, desenvolvimento sustentável, competição entre direitos básicos, consenso fraco, consenso forte.
Resumen
Estamos llegando a una encrucijada en el proyecto, en funcionamiento, de conexión de derechos humanos con la actividad comercial. El proyecto puede moverse en uno de dos caminos distintos. Uno de ellos es mantener el compromiso de protección de los derechos humanos relativamente general y programático, que exige amplia adherencia a los estándares, pero entra en detalles solamente con reluctancia. Los detalles de lo que es demandado a las empresas en determinada ocasión son normalmente dejados a los principios habituales de gestión. En este primer camino, principios de derechos humanos abren una puerta a las víctimas, pero no las guían después de que ellas cruzan la puerta, de manera que puedan hacer objeciones concretas a determinado comportamiento. Algunas veces, leyes de derechos humanos regulan la actividad empresarial en el nivel exigido de detalle, pero en este primer camino estratégico esas ocasiones serán raras. En el segundo alternativo, estratégico camino, los derechos humanos cumplen un papel mucho más detallado al lidiar con situaciones particulares. Este ensayo indica varios ejemplos de dicho papel. Se argumenta que el primer camino prenuncia un impase entre empresas y defensores de derechos humanos, como también una pérdida severa de entusiasmo por el proyecto en ambos lados. El segundo camino es el que hace viable una futura conexión entre empresas y derechos humanos, capaz de generar apoyo de todos aquellos que desean que el proyecto avance y gane el impulso que necesita.

Palabras clave: Derechos humanos, empresas, desarrollo sostenible, competencia entre derechos básicos, consenso débil, consenso fuerte.

 

[1] Professor, School of Law, University of Essex and Director, Essex Business and Human Rights Project (EBHR)