{"id":15400,"date":"2021-06-09T18:08:39","date_gmt":"2021-06-09T21:08:39","guid":{"rendered":"http:\/\/homacdhe.com\/?p=15400"},"modified":"2025-06-23T12:48:19","modified_gmt":"2025-06-23T15:48:19","slug":"organizacoes-fazem-lancamento-nacional-do-observatorio-rio-doce","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/homacdhe.com\/index.php\/2021\/06\/09\/organizacoes-fazem-lancamento-nacional-do-observatorio-rio-doce\/","title":{"rendered":"Organiza\u00e7\u00f5es fazem lan\u00e7amento nacional do Observat\u00f3rio Rio Doce"},"content":{"rendered":"<div id=\"single-the-excerpt\">\n<div class=\"post-excerpt\">\n<h4 style=\"text-align: center;\"><em>A iniciativa busca reunir diferentes grupos que atuam no contexto de viola\u00e7\u00f5es de direitos humanos na Bacia do rio Doce para construir articula\u00e7\u00e3o organizativa, monitorar os desdobramentos institucionais do rompimento e produzir informa\u00e7\u00f5es dando visibilidade nacional e internacional \u00e0s repercuss\u00f5es do caso visando a repara\u00e7\u00e3o dos direitos das pessoas atingidas<\/em><\/h4>\n<p>Acontece nesta quinta-feira, 10 de junho, \u00e0s 18:30h, pelo <a href=\"https:\/\/bit.ly\/ObservatorioRioDoceFacebook\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Facebook<\/a> e <a href=\"https:\/\/bit.ly\/ObservatorioRioDoce\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Youtube<\/a> do Homa \u2013 Centro de Direitos Humanos e Empresas, o lan\u00e7amento nacional do\u00a0<strong>Observat\u00f3rio Rio Doce<\/strong>, uma iniciativa de unidade e busca pela consolida\u00e7\u00e3o de um campo de luta na sociedade civil que pressione as mineradoras, as institui\u00e7\u00f5es e empodere todas as iniciativas coletivas de luta pelos direitos na Bacia do rio Doce.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>Observat\u00f3rio Rio Doce<\/strong>\u00a0\u00e9 uma articula\u00e7\u00e3o coletiva formada por diversas organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil, movimentos sociais e grupos acad\u00eamicos com atua\u00e7\u00e3o diretamente relacionada ao desastre-crime da Samarco. Defende a justa e integral repara\u00e7\u00e3o devida pelas empresas envolvidas \u00e0s pessoas e comunidades atingidas pelo desastre-crime ocorrido na Bacia do Rio Doce e nasce com o prop\u00f3sito de contribuir para a reverbera\u00e7\u00e3o das den\u00fancias da popula\u00e7\u00e3o atingida contra as injusti\u00e7as vivenciadas desde o rompimento da barragem, fortalecendo a luta coletiva em prol da repara\u00e7\u00e3o integral dos danos causados pelas empresas.<\/p>\n<p>Todos os grupos que puxam esta iniciativa nacional j\u00e1 atuam em diferentes frentes de luta no contexto do rio Doce, mas o que acelerou a articula\u00e7\u00e3o foi o an\u00fancio de um processo de \u201crepactua\u00e7\u00e3o\u201d entre governos e empresas sem a participa\u00e7\u00e3o dos atingidos, mas com relevante participa\u00e7\u00e3o do Conselho Nacional de Justi\u00e7a (CNJ) e o protagonismo do Poder Judici\u00e1rio com a presen\u00e7a direta de Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).<\/p>\n<p>O lan\u00e7amento visa detalhar a posi\u00e7\u00e3o destas organiza\u00e7\u00f5es sobre esse processo e as propostas que j\u00e1 est\u00e3o sendo debatidas com os atingidos e atingidas e que devem ser acolhidas pela \u201cmesa de negocia\u00e7\u00e3o\u201d aberta pelo CNJ e que em um processo muito acelerado ainda n\u00e3o permitiu a participa\u00e7\u00e3o das pessoas atingidas com real capacidade de se contrapor ao poder das empresas.<\/p>\n<p>Podem se juntar a esta iniciativa organiza\u00e7\u00f5es e coletivos da sociedade civil e grupos acad\u00eamicos que queiram se envolver com a defesa dos interesses das comunidades atingidas pelo desastre-crime da Samarco e que n\u00e3o estejam envolvidos de nenhuma forma com as mineradoras, inclusive com o recebimento de financiamentos.<\/p>\n<p>Leia na integra o texto de funda\u00e7\u00e3o do Observat\u00f3rio e envie sua d\u00favida, sugest\u00e3o ou a ades\u00e3o da sua entidade, movimento ou grupo de pesquisa para o contato:\u00a0<a href=\"mailto:observatrio-rio-doce@googlegroups.com\">observatrio-rio-doce@googlegroups.com<\/a>.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-style-large\"><p><strong><em>Observat\u00f3rio Rio Doce\u00a0<\/em><\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p><em>Por uma repactua\u00e7\u00e3o justa com participa\u00e7\u00e3o e respeito aos acordos j\u00e1 assinados!<\/em><\/p>\n<p>O desastre-crime socioambiental ocorrido em 5 de novembro de 2015 com o rompimento da barragem de Fund\u00e3o, de propriedade da empresa Samarco Minera\u00e7\u00e3o S.A., uma\u00a0<em>joint-venture<\/em>\u00a0entre as empresas Vale S.A. e BHP Billiton S. A., deixou um rastro de destrui\u00e7\u00e3o por toda a Bacia do Rio Doce, que abrange diversos munic\u00edpios mineiros e capixabas. Milh\u00f5es de metros c\u00fabicos de rejeitos de min\u00e9rio foram despejados nos territ\u00f3rios deixando, inicialmente, 19 v\u00edtimas fatais e provocando um aborto for\u00e7ado pela lama, a destrui\u00e7\u00e3o de casas, comunidades inteiras e dos ecossistemas com consequ\u00eancias ainda n\u00e3o dimensionadas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade e \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o dos modos e projetos de vida da popula\u00e7\u00e3o que dependia do rio para o seu sustento.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s cinco anos e meio, a repara\u00e7\u00e3o dos danos continua pendente. As empresas que causaram o desastre, desde o in\u00edcio, tiveram o controle sobre o processo de repara\u00e7\u00e3o, tendo em vista a cria\u00e7\u00e3o da Funda\u00e7\u00e3o Renova, institu\u00edda para tal finalidade. Desse modo, houve, de um lado, a transfer\u00eancia da responsabilidade estatal pela gest\u00e3o da repara\u00e7\u00e3o para as pr\u00f3prias empresas causadoras dos danos. A condu\u00e7\u00e3o do processo judicial e dos acordos realizados levanta in\u00fameros questionamentos sobre a garantia do devido processo legal e da participa\u00e7\u00e3o das popula\u00e7\u00f5es atingidas, trazendo ainda mais inseguran\u00e7a e desconfian\u00e7a \u00e0s comunidades. Sendo assim, as viola\u00e7\u00f5es de direitos foram se ampliando e o sofrimento das pessoas atingidas se aprofundando.<\/p>\n<p>De outro lado, a implementa\u00e7\u00e3o das assessorias t\u00e9cnicas independentes, fundamental para a compreens\u00e3o da realidade dos territ\u00f3rios devastados, para o acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o qualificada por parte das comunidades atingidas e para a garantia da repara\u00e7\u00e3o integral, n\u00e3o ocorreu na maior parte dos territ\u00f3rios da Bacia. Al\u00e9m disso, as assessorias que foram implementadas, inclusive, passaram, sem qualquer comprova\u00e7\u00e3o, a ser acusadas pelas empresas de serem entraves para a solu\u00e7\u00e3o definitiva do caso.<\/p>\n<p>Diante do cen\u00e1rio de viola\u00e7\u00f5es de direitos e de inseguran\u00e7a quanto \u00e0 repara\u00e7\u00e3o integral dos danos sofridos, o\u00a0<strong>Observat\u00f3rio do Rio Doce<\/strong>\u00a0nasce com o prop\u00f3sito de contribuir para a reverbera\u00e7\u00e3o das den\u00fancias da popula\u00e7\u00e3o atingida contra as injusti\u00e7as vivenciadas desde o rompimento da barragem, fortalecendo a luta coletiva em prol da repara\u00e7\u00e3o integral dos danos causados pelas empresas.<\/p>\n<p><strong>Quem somos:<\/strong><\/p>\n<p>O\u00a0<strong>Observat\u00f3rio do Rio Doce<\/strong>\u00a0\u00e9 uma articula\u00e7\u00e3o coletiva formada por diversas organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil, movimentos sociais e grupos acad\u00eamicos com atua\u00e7\u00e3o diretamente relacionada ao desastre-crime da Samarco. Foi criado a partir da constata\u00e7\u00e3o das viola\u00e7\u00f5es continuadas aos direitos das comunidades atingidas em toda a extens\u00e3o da Bacia do Rio Doce e litoral afetado pelo desastre. Destacam-se como fatores de inseguran\u00e7a \u00e0 popula\u00e7\u00e3o atingida a aus\u00eancia de conclus\u00e3o dos prometidos reassentamentos; o vertiginoso aumento das doen\u00e7as respirat\u00f3rias, mentais e outros transtornos em decorr\u00eancia do rompimento da barragem; o quadro de inseguran\u00e7a alimentar vivenciado pelas fam\u00edlias que dependiam do pescado e da agricultura; a completa depend\u00eancia dos insuficientes e constantemente amea\u00e7ados pagamentos do aux\u00edlio financeiro emergencial, entre outras situa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Nossos objetivos:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Construir articula\u00e7\u00e3o organizativa para o caso, trazendo diferentes setores da sociedade e suas representa\u00e7\u00f5es nacionais (academia, institui\u00e7\u00f5es religiosas, ONGs de direitos humanos e defesa ambiental, etc.);<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li>Monitorar os desdobramentos institucionais do caso, dentre eles, a repactua\u00e7\u00e3o conduzida pelo Observat\u00f3rio dos Desastres do Conselho Nacional de Justi\u00e7a (CNJ), pautando reuni\u00f5es, analisando documentos, buscando facilitar o acesso dos atingidos e suas organiza\u00e7\u00f5es \u00e0s informa\u00e7\u00f5es e aos espa\u00e7os de discuss\u00f5es.<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li>Produzir informa\u00e7\u00f5es sobre os mais diversos aspectos dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fund\u00e3o e dar visibilidade nacional e internacional aos desdobramentos do caso visando a repara\u00e7\u00e3o dos direitos das pessoas atingidas;<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>O que defendemos:<\/strong><\/p>\n<p>A justa e integral repara\u00e7\u00e3o devida pelas empresas envolvidas \u00e0s pessoas e comunidades atingidas pelo desastre-crime ocorrido na Bacia do Rio Doce.<\/p>\n<p><strong>Quem pode participar desta iniciativa<\/strong>:<\/p>\n<p>Organiza\u00e7\u00f5es e coletivos da sociedade civil e grupos acad\u00eamicos que queiram se envolver com a defesa dos interesses das comunidades atingidas pelo desastre-crime da Samarco e que n\u00e3o estejam envolvidos de nenhuma forma com as mineradoras, inclusive com o recebimento de financiamentos.<\/p>\n<p><strong>Como nos organizamos:<\/strong><\/p>\n<p>O Observat\u00f3rio se articula em uma rede de coopera\u00e7\u00e3o entre os seus grupos, com atua\u00e7\u00e3o em diversos territ\u00f3rios atingidos, que compartilham entre si informa\u00e7\u00f5es sobre os acontecimentos relativos ao processo de repara\u00e7\u00e3o, com vistas a compreender a realidade e construir coletivamente estrat\u00e9gias em prol da popula\u00e7\u00e3o atingida.<\/p>\n<p><strong>O que aconteceu com os acordos no Rio Doce:<\/strong><\/p>\n<p>Ap\u00f3s sucessivos acordos de ajustamento de conduta celebrados entre as empresas e as institui\u00e7\u00f5es de justi\u00e7a, diversos programas de repara\u00e7\u00e3o, que deveriam ser conduzidos pela Funda\u00e7\u00e3o Renova, est\u00e3o paralisados ou sequer foram iniciados. Diversas provid\u00eancias, como a contrata\u00e7\u00e3o das assessorias t\u00e9cnica independentes, deixaram de ser realizadas na sua integralidade por parte das empresas. Na pr\u00e1tica, as empresas n\u00e3o cumprem os acordos firmados entre elas e as institui\u00e7\u00f5es de justi\u00e7a, e estas institui\u00e7\u00f5es n\u00e3o t\u00eam conseguido impor o dever de cumprir tais acordos. Os cortes no aux\u00edlio financeiro emergencial e as baixas indeniza\u00e7\u00f5es do novo sistema simplificado de indeniza\u00e7\u00f5es propagam um cen\u00e1rio de aumento da vulnerabilidade das comunidades.\u00a0 Diversas dimens\u00f5es como sa\u00fade, meio ambiente e manuten\u00e7\u00e3o de modos de vida s\u00e3o desconsideradas na execu\u00e7\u00e3o desses acordos.<\/p>\n<p><strong>O que defendemos como diretrizes de uma repactua\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Para se haver uma repactua\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria a participa\u00e7\u00e3o ampla e informada das comunidades. De igual modo, h\u00e1 direitos metaindividuais que n\u00e3o podem ser negociados, dos quais \u00e9 dever do Estado assegurar a completa repara\u00e7\u00e3o integral. Ainda, a garantia do amplo debate das comunidades, a constru\u00e7\u00e3o coletiva de um novo acordo s\u00e3o aspectos chaves para a sua efetividade.<\/p>\n<p>At\u00e9 o momento, como fruto de um esfor\u00e7o coletivo de di\u00e1logo com as comunidades, apontamos as seguintes linhas gerais para avan\u00e7armos na repara\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Programa de transfer\u00eancia de renda<\/strong>\u00a0com recursos destinados a combater a vulnerabilidade social e garantir as condi\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas de sobreviv\u00eancia das fam\u00edlias atingidas at\u00e9 a repara\u00e7\u00e3o integral;<\/li>\n<li><strong>Fundos para o Desenvolvimento Regional<\/strong>\u00a0com investimentos\u00a0<strong>para garantir condi\u00e7\u00f5es de trabalho na agropecu\u00e1ria, na cadeia da pesca<\/strong>\u00a0<strong>e em outras atividades<\/strong>\u00a0garantindo aten\u00e7\u00e3o especial \u00e0s mulheres e pessoas negras, ind\u00edgenas, com defici\u00eancias, crian\u00e7as, jovens e idosos por meio de um fundo para a calha do Rio Doce e o litoral capixaba;<\/li>\n<li><strong>Assessoria t\u00e9cnica independente<\/strong>\u00a0com autonomia e capacidade para direcionar demandas, al\u00e9m de contribuir na elabora\u00e7\u00e3o e acompanhamento de projetos efetivos de repara\u00e7\u00e3o em cada cidade atingida, garantindo a participa\u00e7\u00e3o informada das fam\u00edlias;<\/li>\n<li><strong>Instrumentos<\/strong>\u00a0<strong>de participa\u00e7\u00e3o popular<\/strong>\u00a0que permitam o real envolvimento dos atingidos, descentralizando os espa\u00e7os de decis\u00e3o, atualmente concentrados na Justi\u00e7a Federal e fortalecendo os atingidos organizados em iniciativas coletivas com o devido acompanhamento das assessorias t\u00e9cnicas;<\/li>\n<li><strong>Desenvolvimento, implementa\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o de medidas<\/strong>\u00a0que possibilitem a continuidade dos modos e projetos de vida e dos trabalhos ainda n\u00e3o considerados nas a\u00e7\u00f5es j\u00e1 criadas, implementadas e executadas.<\/li>\n<li><strong>A manuten\u00e7\u00e3o do aux\u00edlio financeiro<\/strong>\u00a0\u00e0 popula\u00e7\u00e3o atingida enquanto n\u00e3o conclu\u00eddos todos os programas de repara\u00e7\u00e3o a serem entregues pela Funda\u00e7\u00e3o Renova.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Integrantes do Observat\u00f3rio:<\/strong><\/p>\n<p>Rede de Pesquisa Rio Doce (CRDH\/UFJF-GV, GEPSA\/UFOP, Homa\/UFJF, Organon\/UFES e PoEMAS\/UFJF).<\/p>\n<p>Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB)<\/p>\n<p>Amigos da Terra<\/p>\n<p>Justi\u00e7a Global<\/p>\n<p>Terra de Direitos<\/p>\n<p>Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD)<\/p>\n<p>Rede de Advogados e Advogadas Populares (RENAP)<\/p>\n<p>FIAN BRASIL \u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/fianbrasil.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Organiza\u00e7\u00e3o pelo Direito Humano \u00e0 Alimenta\u00e7\u00e3o e \u00e0 Nutri\u00e7\u00e3o Adequadas<\/a><\/p>\n<p>Laborat\u00f3rio de Educa\u00e7\u00e3o Ambiental e Pesquisa<em>\u00a0\u2013 LEAS\\<\/em>AUEPAS\/DEGEP\/DEPRO\/Universidade Federal de Ouro preto (UFOP<em>)<\/em><\/p>\n<p><strong>Transmiss\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p>Youtube\u00a0\u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/bit.ly\/ObservatorioRioDoce\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/bit.ly\/ObservatorioRioDoce<\/a><\/p>\n<p>Facebook\u00a0\u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/bit.ly\/ObservatorioRioDoceFacebook\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/bit.ly\/ObservatorioRioDoceFacebook<\/a><\/p>\n<h5><\/h5>\n<h5><strong>Cr\u00e9ditos da mat\u00e9ria: <a href=\"https:\/\/mab.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Movimento dos Atingidos por Barragens &#8211; MAB<\/a>.<\/strong><\/h5>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A iniciativa busca reunir diferentes grupos que atuam no contexto de viola\u00e7\u00f5es de direitos humanos na Bacia do rio Doce para construir articula\u00e7\u00e3o organizativa, monitorar os desdobramentos institucionais do rompimento e produzir informa\u00e7\u00f5es dando visibilidade nacional e internacional \u00e0s repercuss\u00f5es do caso visando a repara\u00e7\u00e3o dos direitos das pessoas atingidas Acontece nesta quinta-feira, 10 de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":15420,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[55,52,631],"tags":[212,605,603,607,601,609,67],"class_list":["post-15400","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque","category-noticias","category-observatorio-rio-doce","tag-bacia-do-rio-doce","tag-barragem-de-fundao","tag-desastre-de-mariana","tag-desastre-crime","tag-observatorio-rio-doce","tag-rio-doce-pt","tag-sociedade-civil"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/homacdhe.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15400","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/homacdhe.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/homacdhe.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/homacdhe.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/homacdhe.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15400"}],"version-history":[{"count":11,"href":"http:\/\/homacdhe.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15400\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15411,"href":"http:\/\/homacdhe.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15400\/revisions\/15411"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/homacdhe.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/15420"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/homacdhe.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15400"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/homacdhe.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15400"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/homacdhe.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15400"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}